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Algo distante está já o tempo da primeira máquina idealizada, fabricada e vendida. Mais de duas décadas.
Mas felizmente a VISMAGO não perdeu a noção que é uma PME no mercado português, apesar da importância que já detém.
E mais orgulhosos se sentem todos os que trabalham na VISMAGO, quando sabem que estão a lutar em mercados de outros países, mais competitivos que Portugal, e contra concorrentes directos que possuem recorrentemente melhores meios financeiros e estruturais.
Foi no entanto evitando esses medos tão comuns e paulatinamente foi estendendo os seus serviços pelo país inteiro, e posto isto, não teve receio de enfrentar outros horizontes.
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Países africanos de língua oficial portuguesa são palcos ambicionados pela indústria portuguesa, pelas taxas de progresso e desenvolvimento que apresentam.
Como consequência, a VISMAGO começou a exportar e prestar assistência a clientes em Angola e Moçambique, países que têm com Portugal os laços que conhecemos.
E numa Europa comunitária cujo número de países membros continua a aumentar, novas perspectivas parecem aflorar.
Quem sabe se, breve, a lista não terá aumento exponencial? A Vismago para isso trabalha.
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